Honra e Liberdade

Artigo 5º da Constituição Federal: todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade […]

O Credo da Liberdade

Abaixo apresento, a quem tiver interesse, o Credo da Liberdade idealizado por G. Edward Griffin e que é a base da Freedom Force International. Foi a minha completa identificação com esses ideais que me tornaram membro dessa organização. Conheça mais sobre esses ideais em The Creed of Freedom.

O Credo da Liberdade – Por G. Edward Griffin

Natureza Intrínseca dos Direitos

Acredito que só os indivíduos têm direitos, não o grupo coletivo; esses direitos são intrínsecos a cada indivíduo, não concedidos pelo estado; já que se o estado tiver o poder para concedê-los, ele também tem o poder para negá-los, e é incompatível com a liberdade pessoal.
Eu acredito que um estado justo deriva seu poder unicamente de seus cidadãos. Conseqüentemente, o estado deve nunca presumir fazer nada além de que cidadãos individuais tenham também o direito fazer. Se não, o estado é um poder em si e transforma-se no mestre em vez do empregado da sociedade.

Supremacia do Indivíduo

Acredito que uma das ameaças mais grandes à liberdade é permitir qualquer grupo, não importa a sua superioridade numérica, negar os direitos da minoria; e que uma das funções primárias de estado justo é proteger cada indivíduo da ganância e a paixão da maioria.

Liberdade de Escolha

Acredito que os objetivos sociais e econômicos desejáveis são melhor realizados pela ação voluntária do que pela coerção da lei. Acredito que a tranqüilidade social e a fraternidade são melhor realizadas por tolerância, persuasão, e o poder do bom exemplo do que pela coerção da lei. Acredito que aqueles na necessidade são melhor servidos pela caridade, que é a oferta do próprio dinheiro de alguém, do que pela prosperidade, que é a oferta do dinheiro de outra gente pela coerção da lei.

Igualdade Perante à Lei

Acredito que todos os cidadãos devem ser iguais perante à lei, apesar da sua origem nacional, raça, religião, gênero, educação, posição econômica, estilo de vida ou opinião política. De mesmo modo, nenhuma classe deve ser dada o tratamento preferencial, apesar do mérito ou a popularidade da sua causa. Favorecer uma classe passando por cima de outra não é igualdade perante à lei.

O Papel Próprio do Estado

Acredito que o papel próprio do estado é negativo, não positivo; defensiva, não agressiva. Deve proteger, não prover; já que se o estado for concedido o poder para prover alguns, também deve ser capaz tirar de outros, e que sempre leva a pilhagem legalizada e a perda da liberdade. Se o estado for bastante poderoso para dar-nos tudo que queremos, também será bastante poderoso tirar de nós tudo que temos. Por isso, a função própria do estado deve proteger as vidas, a liberdade, e a propriedade dos seus cidadãos, nada mais. O melhor estado é aquele que governa menos.

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